Pessoas hipermóveis devem redobrar os cuidados com o corpo.
A hipermobilidade articular atinge 30% da população e se o portador não tomar os devidos cuidados, pode desenvolver tendinites e bursites, lesões de ligamentos, desvios na coluna vertebral e nos joelhos e até mesmo a incontinência urinária.
Os portadores de hipermobilidade articular são aquelas pessoas que conseguem se esticar como o professor de educação física pede. Eles encostam as mãos no chão inclinando apenas o tronco, estica os joelhos para trás e coloca o polegar no antebraço. Tudo isso sem sacrifício e aí está uma das provas da sua elasticidade exagerada, fora dos padrões esperados de flexibilidade. Os movimentos realizados chamam a atenção pela amplitude e pelo fato de serem impossíveis para uma pessoa considerada normal. Os contorcionistas dos circos são um exemplo clássico dos níveis de flexibilidade articular que um portador do defeito genético pode alcançar.
Matéria para a Revista Corpo a Corpo - DEZ/10
Personal Trainers
ENERGIA ACADEMIA
segunda-feira, 26 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
Joelhos - Prevenção a lesões e reabilitação
Cuide bem do seu joelho
Muitas pessoas negligenciam os cuidados com os joelhos, até o momento em que eles causam desconforto, doe ou interferem na atividade normal. A articulação do joelho é a maior do corpo, sendo constituída por quatro ligamentos principais (cruzado anterior, cruzado posterior, colateral lateral e colateral medial) proporcionando a estabilidade da articulação que juntamente com os ossos (fêmur, tíbia e patela) determinam a amplitude de movimento do joelho.
Existem ainda ligamentos menores que contribuem para a estabilidade dos meniscos e da patela. Os meniscos são placas de fibrocartilagem localizada na superfície articular da tíbia, essenciais para a estabilidade, amortecimento e lubrificação da articulação.
Um joelho saudável é aquele em que as peças ósseas deslizam suavemente uma sobre a cartilagem da outra, enquanto ligamentos, tendões e músculos mantêm a articulação alinhada, forte e saudável. Dentre essas estruturas, destacamos a importância da musculatura, pois ela é responsável por garantir o mínimo contato entre as peças ósseas, pois quando a musculatura da coxa não esta fortalecida o bastante, a articulação perde sustentação que resulta em um maior contato entre a tíbia e o fêmur, com o tempo esse contato excessivo começa a danificar a cartilagem, comprometendo a mobilidade e estabilidade do joelho e gerando lesões como a condromalácia (desgaste da cartilagem) e tendinite.
É cada vez maior o numero de pessoas que sofrem com dores no joelho, principalmente corredores que não se preocupam em dedicar parte do seu treinamento para fortalecer a musculatura dos membros inferiores, pois, você que gosta de correr e pretende continuar correndo de muita importância para o treino de musculação, pois ele te ajudara muito não só a melhorar seu desempenho, mas principalmente para preservar a vida útil do seu joelho.
Professora Teresa M. Passarella - Personal Trainer, Pós-Graduada em Fisiologia do Exercício e Treinamento Resistido na Saúde, na Doença e no Envelhecimento
Colunista quinzenal do Jornal do Brooklin - Seção "Esportes"
Muitas pessoas negligenciam os cuidados com os joelhos, até o momento em que eles causam desconforto, doe ou interferem na atividade normal. A articulação do joelho é a maior do corpo, sendo constituída por quatro ligamentos principais (cruzado anterior, cruzado posterior, colateral lateral e colateral medial) proporcionando a estabilidade da articulação que juntamente com os ossos (fêmur, tíbia e patela) determinam a amplitude de movimento do joelho.
Existem ainda ligamentos menores que contribuem para a estabilidade dos meniscos e da patela. Os meniscos são placas de fibrocartilagem localizada na superfície articular da tíbia, essenciais para a estabilidade, amortecimento e lubrificação da articulação.
Um joelho saudável é aquele em que as peças ósseas deslizam suavemente uma sobre a cartilagem da outra, enquanto ligamentos, tendões e músculos mantêm a articulação alinhada, forte e saudável. Dentre essas estruturas, destacamos a importância da musculatura, pois ela é responsável por garantir o mínimo contato entre as peças ósseas, pois quando a musculatura da coxa não esta fortalecida o bastante, a articulação perde sustentação que resulta em um maior contato entre a tíbia e o fêmur, com o tempo esse contato excessivo começa a danificar a cartilagem, comprometendo a mobilidade e estabilidade do joelho e gerando lesões como a condromalácia (desgaste da cartilagem) e tendinite.
É cada vez maior o numero de pessoas que sofrem com dores no joelho, principalmente corredores que não se preocupam em dedicar parte do seu treinamento para fortalecer a musculatura dos membros inferiores, pois, você que gosta de correr e pretende continuar correndo de muita importância para o treino de musculação, pois ele te ajudara muito não só a melhorar seu desempenho, mas principalmente para preservar a vida útil do seu joelho.
Professora Teresa M. Passarella - Personal Trainer, Pós-Graduada em Fisiologia do Exercício e Treinamento Resistido na Saúde, na Doença e no Envelhecimento
Colunista quinzenal do Jornal do Brooklin - Seção "Esportes"
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Benefícios da prática de esportes depois dos 50 anos
A expectativa de vida vem aumentando e pessoas mais velhas descobrem, cada vez mais, os benefícios da prática de esportes, principalmente da corrida, para garantir a qualidade de vida.
Com os anos, uma série de alterações fisiológicas modificam o funcionamento do corpo. A principal é a perda da força muscular, que primeiro se dá na perna (quadríceps). Além das perdas estruturais, de tamanho e diâmetro de fibras, os músculos perdem conexão com o sistema nervoso e vascular, deixando-os inativos.
Veja aqui, como acontece.
Fonte: Portal da Educação Física
Com os anos, uma série de alterações fisiológicas modificam o funcionamento do corpo. A principal é a perda da força muscular, que primeiro se dá na perna (quadríceps). Além das perdas estruturais, de tamanho e diâmetro de fibras, os músculos perdem conexão com o sistema nervoso e vascular, deixando-os inativos.
Veja aqui, como acontece.
Fonte: Portal da Educação Física
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Escola adapta aulas de educação física para deficientes
Atender às necessidades de todos os alunos e descobrir suas potencialidades são os grandes desafios do professor. Mas em 2005, a professora Maria da Conceição encontrou um desafio diferente: fazer toda a sua classe do 5º ano se adaptar às limitações da aluna Mônica Guimarães, portadora de deficiência motora, causada por hemorragia cerebral ocorrida no nascimento prematuro, aos seis meses de gestação da mãe.
Veja aqui a matéria completa
Fonte: Portal da Educação Física
Veja aqui a matéria completa
Fonte: Portal da Educação Física
terça-feira, 6 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Quase metade dos adultos brasileiros tem excesso de peso
O brasileiro ficou mais gordo nos últimos anos.
Dados divulgados pelo Ministério da Saúde indicam que 46,6% da população está com excesso de peso e 13,9% são obesos. Os números de 2009 apresentam crescimento em comparação com os de 2006 quando 42,7% dos adultos estavam acima do peso e 11,4% poderiam ser classificados como obesos.
Os homens são mais gordos, segundo a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), que entrevistou 54 mil adultos.
Entre os homens, o ganho de peso é mais comum a partir dos 35 anos, enquanto que na população feminina, é mais comum na faixa etária dos 45 aos 54 anos.
Doenças
O excesso de peso aliado ao sedentarismo e à má alimentação contribui para a obesidade e o aparecimento de doenças crônicas.
De acordo com o estudo, 24,4% da população brasileira foi diagnosticada com hipertensão arterial e 5,8% afirma sofrer de diabetes.
O consumo excessivo de sal e gordura é apontado como fator de risco para a pressão alta, enquanto a incidência de diabetes pode estar relacionada à ingestão de grande quantidade de açúcar, massas e alimentos calóricos.
Bebidas e cigarro
A pesquisa também revelou que, de 2006 a 2009, o percentual de fumantes na população caiu de 16,2% para 15,5%, segundo o Ministério da Saúde. O índice é bem menor que na Argentina e nos Estados Unidos, onde respectivamente 35% e 40% da população são dependentes da nicotina.
Pela primeira vez, a Vigitel aferiu a frequência de fumantes passivos na população. O levantamento aponta que 13,3% dos brasileiros não-fumantes moram com pelo menos uma pessoa que costuma fumar dentro de casa. Além disso, 12,8% das pessoas que não fumam convivem com ao menos um colega que fuma no local de trabalho.
Já a proporção de pessoas que declaram consumo abusivo de álcool cresceu de 16,2% da população, em 2006, para 18,9%, em 2009. O Ministério considera excesso de bebida alcoólica cinco ou mais doses na mesma ocasião em um mês, no caso dos homens, ou quatro ou mais doses, no caso das mulheres.
O levantamento mostra que as situações de descontrole na hora de beber são mais frequentes na população masculina.
Fonte: Portal da Educação Física
Dados divulgados pelo Ministério da Saúde indicam que 46,6% da população está com excesso de peso e 13,9% são obesos. Os números de 2009 apresentam crescimento em comparação com os de 2006 quando 42,7% dos adultos estavam acima do peso e 11,4% poderiam ser classificados como obesos.
Os homens são mais gordos, segundo a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), que entrevistou 54 mil adultos.
Entre os homens, o ganho de peso é mais comum a partir dos 35 anos, enquanto que na população feminina, é mais comum na faixa etária dos 45 aos 54 anos.
Doenças
O excesso de peso aliado ao sedentarismo e à má alimentação contribui para a obesidade e o aparecimento de doenças crônicas.
De acordo com o estudo, 24,4% da população brasileira foi diagnosticada com hipertensão arterial e 5,8% afirma sofrer de diabetes.
O consumo excessivo de sal e gordura é apontado como fator de risco para a pressão alta, enquanto a incidência de diabetes pode estar relacionada à ingestão de grande quantidade de açúcar, massas e alimentos calóricos.
Bebidas e cigarro
A pesquisa também revelou que, de 2006 a 2009, o percentual de fumantes na população caiu de 16,2% para 15,5%, segundo o Ministério da Saúde. O índice é bem menor que na Argentina e nos Estados Unidos, onde respectivamente 35% e 40% da população são dependentes da nicotina.
Pela primeira vez, a Vigitel aferiu a frequência de fumantes passivos na população. O levantamento aponta que 13,3% dos brasileiros não-fumantes moram com pelo menos uma pessoa que costuma fumar dentro de casa. Além disso, 12,8% das pessoas que não fumam convivem com ao menos um colega que fuma no local de trabalho.
Já a proporção de pessoas que declaram consumo abusivo de álcool cresceu de 16,2% da população, em 2006, para 18,9%, em 2009. O Ministério considera excesso de bebida alcoólica cinco ou mais doses na mesma ocasião em um mês, no caso dos homens, ou quatro ou mais doses, no caso das mulheres.
O levantamento mostra que as situações de descontrole na hora de beber são mais frequentes na população masculina.
Fonte: Portal da Educação Física
Obesidade e atividade física
A Obesidade é uma condição crônica que se caracteriza por um excesso de gordura acumulada no corpo.
Diagnostica-se a obesidade por uma medida de parâmetro populacional chamada ÍNDICE DE MASSA CORPORAL (IMC). O Índice de Massa Corporal é uma formula utilizada para medir a obesidade adotada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). É o padrão internacional para avaliar o grau de obesidade.
Vamos calcular o seu IMC?
Por exemplo, se o seu peso é 80 Kg e a sua altura é 1,80, a fórmula ficará:
IMC = peso em kg (80) / altura em cm (1,80) x altura em cm (1,80)
IMC = 80 ÷ 3,24
IMC = 24,69
Confira na tabela abaixo:
Tabela IMC para mulheres
Abaixo do peso abaixo de 19
Normal 19 a 23,9
Obesidade leve 24 a 28,9
Obesidade moderada 29 a 38,9
Obesidade grave ou mórbida acima de 39
Tabela IMC para homens
Abaixo do peso abaixo de 20
Normal 20 a 24,9
Obesidade leve 25 a 29,9
Obesidade moderada 30 a 39,9
Obesidade grave ou mórbida acima de 40
Por que preocupar-se com a obesidade?
Tanto o sobrepeso como a obesidade colocam o coração numa situação de verdadeira “pressão”. Essa alta sobrecarga no músculo cardíaco, originária da obesidade, pode aumentar a possibilidade de doenças sérias, tais como:
• DIABETES
• DOENÇAS CARDÍACAS
• PRESSÃO ARTERIAL ALTA
• DERRAMES (acidente vascular encefálico)
• CÁLCULOS NA VESÍCULA
• COLESTEROL ALTO (ruim LDL)
• GOTA
• QUASE TODOS OS TIPOS DE CÂNCER
• MORTE PREMATURA
• Etc...
Além de que a obesidade também pode complicar os tratamentos médicos.
O que causa a obesidade?
A obesidade é sumamente complexa e não é somente um problema de força de vontade ou de autocontrole. Em geral são causadas por uma combinação de COMER EM EXCESSO, FALTA DE EXERCÍCIO E FATORES GENÉTICOS HEREDITÁRIOS.
O sobrepeso e a obesidade ocorrem quando ao longo do tempo, o corpo ingere mais calorias do que se consome. Entretanto, existem algumas pessoas que aumentam o peso de gordura com mais facilidade que outras. A obesidade também pode ser causada por um desequilíbrio hormonal.
Como tratar a obesidade?
NÃO EXISTE UMA PÍLULA MÁGICA... Mas há tratamentos eficazes que ajudam a melhorar essa condição. O tratamento adequado é aquele feito a longo prazo com a combinação de: DIETA EQUILIBRADA, MAIOR ATIVIDADE FÍSICA E MUDANÇAS NO ESTILO DE VIDA.
Em alguns casos é aconselhável o acompanhamento médico para avaliar o melhor tipo de tratamento.
Exercícios e perda de peso.
A chave para o controle de peso é equilibrar o consumo de energia (ingestão de alimentos) e a quantidade de calorias que o nosso corpo consome (atividade física).
Para perder peso você deve gastar mais calorias do que se consome!
O exercício físico é uma maneira fundamental para fazer isso. Quando você se exercita regularmente, fortalece os músculos, as células musculares passam a gastar mais energia e ao longo do tempo, seu corpo trabalhará com mais eficiencia, tornando-se um bom “gastador de calorias” (ou científicamente ocorre o aumento da taxa metabólica basal) o que resulta no EMAGRECIMENTO.
Para este passo rumo a uma saúde de ouro acontecer da melhor forma possível, inicialmente é fundamental saber o grau de obesidade (ou sobrepeso) e cuidados para a prescrição adequada de atividade física. Nesse caso, um profissional de Educação Física fará sua avaliação física específica (incluindo o percentual de gordura e análise nutricional) para poder determinar e prescrever os melhores exercícios respeitando a individualidade de cada pessoa.
Vamos lá! Nunca é tarde para começar. Você pode e conseguirá ter uma vida mais saudável e feliz, basta começar!
Professora Teresa M. Passarella - Personal Trainer, Pós-Graduada em Fisiologia do Exercício e Treinamento Resistido na Saúde, na Doença e no Envelhecimento
Colunista quinzenal do Jornal do Brooklin - Seção "Esportes"
Diagnostica-se a obesidade por uma medida de parâmetro populacional chamada ÍNDICE DE MASSA CORPORAL (IMC). O Índice de Massa Corporal é uma formula utilizada para medir a obesidade adotada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). É o padrão internacional para avaliar o grau de obesidade.
Vamos calcular o seu IMC?
Por exemplo, se o seu peso é 80 Kg e a sua altura é 1,80, a fórmula ficará:
IMC = peso em kg (80) / altura em cm (1,80) x altura em cm (1,80)
IMC = 80 ÷ 3,24
IMC = 24,69
Confira na tabela abaixo:
Tabela IMC para mulheres
Abaixo do peso abaixo de 19
Normal 19 a 23,9
Obesidade leve 24 a 28,9
Obesidade moderada 29 a 38,9
Obesidade grave ou mórbida acima de 39
Tabela IMC para homens
Abaixo do peso abaixo de 20
Normal 20 a 24,9
Obesidade leve 25 a 29,9
Obesidade moderada 30 a 39,9
Obesidade grave ou mórbida acima de 40
Por que preocupar-se com a obesidade?
Tanto o sobrepeso como a obesidade colocam o coração numa situação de verdadeira “pressão”. Essa alta sobrecarga no músculo cardíaco, originária da obesidade, pode aumentar a possibilidade de doenças sérias, tais como:
• DIABETES
• DOENÇAS CARDÍACAS
• PRESSÃO ARTERIAL ALTA
• DERRAMES (acidente vascular encefálico)
• CÁLCULOS NA VESÍCULA
• COLESTEROL ALTO (ruim LDL)
• GOTA
• QUASE TODOS OS TIPOS DE CÂNCER
• MORTE PREMATURA
• Etc...
Além de que a obesidade também pode complicar os tratamentos médicos.
O que causa a obesidade?
A obesidade é sumamente complexa e não é somente um problema de força de vontade ou de autocontrole. Em geral são causadas por uma combinação de COMER EM EXCESSO, FALTA DE EXERCÍCIO E FATORES GENÉTICOS HEREDITÁRIOS.
O sobrepeso e a obesidade ocorrem quando ao longo do tempo, o corpo ingere mais calorias do que se consome. Entretanto, existem algumas pessoas que aumentam o peso de gordura com mais facilidade que outras. A obesidade também pode ser causada por um desequilíbrio hormonal.
Como tratar a obesidade?
NÃO EXISTE UMA PÍLULA MÁGICA... Mas há tratamentos eficazes que ajudam a melhorar essa condição. O tratamento adequado é aquele feito a longo prazo com a combinação de: DIETA EQUILIBRADA, MAIOR ATIVIDADE FÍSICA E MUDANÇAS NO ESTILO DE VIDA.
Em alguns casos é aconselhável o acompanhamento médico para avaliar o melhor tipo de tratamento.
Exercícios e perda de peso.
A chave para o controle de peso é equilibrar o consumo de energia (ingestão de alimentos) e a quantidade de calorias que o nosso corpo consome (atividade física).
Para perder peso você deve gastar mais calorias do que se consome!
O exercício físico é uma maneira fundamental para fazer isso. Quando você se exercita regularmente, fortalece os músculos, as células musculares passam a gastar mais energia e ao longo do tempo, seu corpo trabalhará com mais eficiencia, tornando-se um bom “gastador de calorias” (ou científicamente ocorre o aumento da taxa metabólica basal) o que resulta no EMAGRECIMENTO.
Para este passo rumo a uma saúde de ouro acontecer da melhor forma possível, inicialmente é fundamental saber o grau de obesidade (ou sobrepeso) e cuidados para a prescrição adequada de atividade física. Nesse caso, um profissional de Educação Física fará sua avaliação física específica (incluindo o percentual de gordura e análise nutricional) para poder determinar e prescrever os melhores exercícios respeitando a individualidade de cada pessoa.
Vamos lá! Nunca é tarde para começar. Você pode e conseguirá ter uma vida mais saudável e feliz, basta começar!
Professora Teresa M. Passarella - Personal Trainer, Pós-Graduada em Fisiologia do Exercício e Treinamento Resistido na Saúde, na Doença e no Envelhecimento
Colunista quinzenal do Jornal do Brooklin - Seção "Esportes"
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